quinta-feira, 14 de fevereiro de 2019
sábado, 9 de fevereiro de 2019
Toneladas de peixes mortos são retiradas do açude Castanhão, no Ceará
Cerca de 100 toneladas de tilápia foram encontradas no local desde a última quinta-feira (7), segundo o prefeito da cidade de Jaguaribara, Joacy Júnior
Por G1 CE
09/02/2019 20h19 Atualizado há 3 horas
Funcionários da Prefeitura passaram todo o dia de sábado trabalhando na remoção dos peixes para não contaminar o açude — Foto: Reprodução
Cerca de 100 toneladas de peixes mortos foram retirados do açude Castanhão, na manhã deste sábado (9), em Jaguaribara, no Ceará. Desde a última quinta-feira (7), os peixes são vistos no local.
Segundo a prefeitura, os produtores das regiões do Curupati, Jaburu e proximidades do escritório do Departamento Nacional de Obras Contra as Secas (DNOCS), perderam toda a produção de tilápia.
As causas das mortes estão sendo investigadas, mas a principal suspeita é de que elas tenham sido causadas pela diminuição do oxigênio da água do açude, que atualmente acumula menos de 4% de sua capacidade.
Durante todo o sábado, usando tratores e caçambas, funcionários da prefeitura trabalharam na retirada dos peixes da água para evitar a contaminação.
Em nota, a prefeitura informou que através das das Secretarias de Aquicultura e Pesca e Infraestrutura dará todo o suporte necessário aos piscicultores da região.
sexta-feira, 8 de fevereiro de 2019
Sete cidades receberão VII Festival Internacional de Folclore do Ceará
Entre os dias 7 e 10 de fevereiro, sete municípios da Região Jaguaribana acolhem o VII Festival Internacional de Folclore do Ceará.Escolas, ginásios, faculdades e centros culturais de Alto Santo, Limoeiro do Norte, Morada Nova, Quixeré, Russas, São João do Jaguaribe e Tabuleiro do Norte, totalizando mais de 20 espaços cênicos, que receberão grupos de 5 estados brasileiros e do Paraguai com apresentações musicais, dança folclórica, comercialização de artesanato, literatura de cordel, gastronomia regional e ações formativas, com atividades como aulas-show, vivências e exposições, valorizando a cultura popular e fortalecendo o Ceará como cena internacional da dança, arte e cultura. Toda a programação é gratuita.
“Depois de subirmos a serra na edição anterior, decidimos este ano levar o Festival Internacional de Folclore do Ceará para o Vale do Jaguaribe, uma região riquíssima em tradições, cultura, história, turismo e gastronomia. Acreditamos que haverá uma intensa troca cultural entre os grupos convidados e os moradores da região, que poderão desfrutar de ampla programação, gratuita e aberta ao público”, avalia Sheila Fernandes, Coordenadora do Festival. A expectativa é atingir um público de 15 mil pessoas durante os quatro dias de evento, nos diversos espaços ocupados, que terão a oportunidade de desfrutar do rico intercâmbio artístico-cultural.
A sétima edição do Festival Internacional de Folclore do Ceará irá reunir, durante os quatro dias de evento, cerca de 300 artistas de Grupos de Projeção Folclórica de abrangências local e nacional, Grupos de Etnia e Grupos Internacionais. Além de valorizar as tradições, a pesquisa e a experimentação, o Festival promoverá o encontro entre as mais distintas manifestações culturais e trará reflexões sobre as danças folclóricas em um contexto internacional, por meio do qual será possível conhecer aspectos da trajetória de um povo e ampliar conhecimentos.
Este ano, o Festival irá homenagear pelos trabalhos de fortalecimento da cultura popular a Txai Cia de Danças Populares, que acaba de completar 18 anos de atividades, e o pesquisador Clerton Martins, professor-titular do curso de Psicologia da Unifor, doutor em Psicologia pela Universitat de Barcelona e pós-doutorado em Estudos do Ócio pela Universidad de Deusto, na Espanha.
O VII Festival Internacional de Folclore do Ceará é uma realização da EnCena Produções em parceria com as Prefeituras Municipais de Limoeiro do Norte e de Morada Nova, Colégio Diocesano Padre Anchieta, Academia Limoeirense de Letras, Universidade Estadual do Ceará (UECE) / FAFIDAM, Brisanet, Doces Limoeiro e Multiplac; apoio institucional do Conselho Internacional de Dança (Cid-Unesco), Organização Internacional de Folclore e Arte Popular (IOV), Comissão Nacional de Folclore, Comissão Cearense de Folclore, Associação Txai Cultura e Arte e Enel; promoção do Instituto União de Arte, Educação e Culturas Populares e apoio cultural da Secretaria da Cultura do Ceará.
Serviço
VII Festival Internacional de Folclore do Ceará
Vale do Jaguaribe-CE, 7 a 10 de fevereiro de 2019
Programação gratuita
Ministro do STJ nega prisão domiciliar a João de Deus... - Veja mais em https://noticias.uol.com.br/cotidiano/ultimas-noticias/2019/02/08/joao-de-deus-tem-pedido-de-prisao-domiciliar-negado-pelo-stj.htm?utm_source=chrome&utm_medium=webalert&utm_campaign=noticias&cmpid=copiaecola
João de Deus é acusado de ter cometido crimes de violência sexual contra seguidoras que buscavam atendimento espiritual
Imagem: Walterson Rosa/Folhapress
Marcela Leite
Do UOL, em São Paulo
O ministro Nefi Cordeiro, do STJ (Superior Tribunal de Justiça) negou nesta sexta-feira (8) um pedido da defesa do médium João Teixeira de Faria, conhecido como João de Deus, para que ele deixasse Núcleo de Custódia em Aparecida de Goiânia (GO) e cumprisse prisão domiciliar. João de Deus está preso desde 16 de dezembro do ano passado, acusado de ter cometido crimes de violência sexual contra seguidoras que buscavam atendimento espiritual na Casa Dom Inácio de Loyola, em Abadiânia (GO). Segundo o ministro, a periculosidade do acusado justifica a prisão cautelar, a fim de garantir a ordem pública. Cordeiro relembra o saque de R$ 35 milhões feito antes da prisão de João de Deus, e q... - Veja mais em https://noticias.uol.com.br/cotidiano/ultimas-noticias/2019/02/08/joao-de-deus-tem-pedido-de-prisao-domiciliar-negado-pelo-stj.htm?utm_source=chrome&utm_medium=webalert&utm_campaign=noticias&cmpid=copiaecola
Policiais envolvidos em confronto no Fallet têm armas apreendidas
Operação da PM terminou com 13 mortos; moradores dizem que bandidos foram baleados mesmo após rendição
Por LUANA BENEDITO
Publicado às 18h39 de 08/02/2019 - Atualizado às 18h39 de 08/02/2019
Policiais apontam fuzil para morador durante revista - Marcio Mercante / Agência O Dia
Rio - Após as 13 mortes durante uma operação da Polícia Militar, na manhã desta sexta-feira, no Morro Fallet-Fogueteiro, os policiais envolvidos no confronto estão sendo ouvidos na Delegacia de Homicídios (DH) da Capital, que investiga o caso. De acordo com a especializada, as armas dos PMs foram recolhidas e encaminhadas para a perícia.
A ação da PM nos morros da Coroa, Fallet e Fogueteiro e dos Prazeres, Catumbi contou com policiais dos batalhões de Operações Especiais (Bope) e do Choque (BPChq). De acordo com a Secretária Municipal de Saúde, treze homens deram entrada já mortos no Hospital Souza Aguiar, no Centro do Rio. Há mais um ferido no Centro de Tratamento Intensivo (CTI) da mesma unidade.
De acordo com a corporação, a partir de denúncias e informações do Setor de Inteligência, foi feito vasculhamento em alguns pontos da comunidade do Fallet, nesta manhã. Policiais do BPChq foram recebidos a tiros e houve confronto. Após cessarem os disparos, dez criminosos feridos foram encontrados em vias da comunidade e foram socorridos para o Hospital Municipal Souza Aguiar (HMSA).
No entanto, a versão é contestada por moradores. Eles alegam que cerca de 10 pessoas foram rendidas pela PM em uma casa e, mesmo após se entregar, parte delas teria sido morta pelos policiais.
Álvaro Quintão, presidente da Comissão de Direitos Humanos da Ordem de Advogados do Brasil (OAB-RJ), diz que a comissão está ouvindo as famílias e os moradores. Ele conta que ouviu diversos relatos parecidos, que pessoas estavam encurraladas e se entregando no momento em que foram abatidas pelos policiais.
"As famílias ainda estão sendo ouvidas. Nós estamos apurando quem de fato era inocente. Mas o que prevalece nesta ação, é ausência de política públicas. É uma operação totalmente sem propósito e desastrada", declara.
Para Álvaro Quintão, segurança pública se faz com inteligência. "A Polícia chegou agindo como se apontar, atirar e matar fosse a solução, como se o tiro fosse a única solução", afirma. A comissão ouvirá ainda outros depoimentos e encaminhará as denúncias para os órgãos competentes.
A Polícia Militar informou que foram apreendidos três fuzis, 13 pistolas, três granadas, 11 munições, um celular, três rádios comunicadores. Uma moto também foi recuperada pela corporação.
Ainda segundo a polícia, desde a madrugada desta sexta-feira, as equipes atuam nas comunidades devido aos tiroteios na região provocados por disputa entre grupos criminosos.
Durante a posse do novo secretário de Estado da Polícia Militar, Rogério Figueiredo, o governador Wilson Witzel defendeu o "abate" de criminosos armados de grosso calibre. Ele disse que quem porta fuzil é "inimigo e terrorista". Um dia antes, na sua posse, ele disse que quem pega armas, "a guerra deve ter".
"Vamos combater o crime organizado de forma muito dura. Quem usa um fuzil e não está envergando uniforme é inimigo. Quem usa um fuzil porque quer dominar um território é um terrorista e assim será tratado. Vamos retomar a tranquilidade de qualquer comunidade", defendeu Witzel na ocasião.
Procurado pelo DIA, o governador do estado Wilson Witzel não comentou a atuação da PM. Já a oposição do político usou as redes sociais para criticar ação da corporação.
"Nas favelas a polícia entra com o pé na porta, fuzil na cara: atira antes, pergunta depois. Hoje mais de 10 mortos nos Morros da Coroa e do Fallet. Até quando?", indagou a deputada estadual Renata Souza (Psol).
"O que acontece no Fallet Fogueteiro e no Morro da Coroa é criminoso. A operação policial matou 13 "suspeitos" e deixou os moradores em pânico. A guerra às drogas mata sem julgamento, na ilegalidade, aterroriza e ameaça famílias. Não podemos achar isso normal!", escreveu a também deputada estadual Dani Monteiro, companheira de partido de Renata.
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